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Meu carro não pega, e agora?

Muita gente já deve ter passado por isto: entra no carro pensando em tudo o que tem para fazer, vira a chave de contato e nada. Subitamente vem aquela sensação de impotência. O que fazer quando o carro não pega?

São centenas de falhas que podem deixá-lo na mão, mas a seguir vou dar algumas dicas que ajudarão a identificar 90% dos problemas.

Para começar é preciso saber o básico. Para que ocorra a combustão, é necessária a presença dos 3 elementos: ar, combustível e centelha.

Se o motor não funciona é porque um deles não está presente, ou não chega na quantidade suficiente.

AR

O primeiro é fácil de descartar. Só não entra ar no motor do carro se o filtro de ar estiver entupido ou se você estiver imerso em um alagamento, ou ainda se o escapamento estiver entupido.

Gasolina

COMBUSTÍVEL

Dentro deste item vamos destacar a bomba de combustível. Ela fica alojada dentro do tanque, e o acesso na maioria dos carros é em baixo do assento do banco traseiro. Levante o assento coloque o ouvido na tampa e solicite que alguém ligue e desligue a ignição. Tente ouvir se ela está trabalhando. Ela pode estar funcionando com baixa pressão (menos de 2 bar), e neste caso o motor não irá pegar.

Outro ponto relacionado ao combustível é a perda de programação do motor flex. Isto ocorre quando você abastece com outro combustível e em seguida estaciona o carro, sem dar tempo suficiente para a injeção fazer a reprogramação.

Falta de combustível é outro “campeão de audiência” andrikofarmakeio.com. Muitas vezes a boia medidora do combustível pode emperrar. Nestes casos, o indicador do combustível não avisa corretamente o nível e você pode estar com o tanque vazio sem saber. A boia medidora emperra muito em carros que andam só com álcool ou combustíveis adulterados.

Para veículos que possuem reservatório de partida a frio, é preciso checar se ele não está vazio ou se a gasolina não está estragada.

Combustível adulterado também é responsável por problemas, principalmente quando chega no final do tanque, quando elementos como água e solventes sobram no fundo e não podem ser queimados no motor.

Alternador

CENTELHA

Popularmente conhecida por faísca da vela, a centelha é um arco voltaico, parecido com o acendedor do fogão, gerado por uma corrente elétrica produzida pelo alternador e armazenada pela bateria. Só que esta corrente passa por outros componentes antes de chegar até as velas do motor.

Por essa introdução você já percebeu o “ninho de cobra” que vamos entrar, mas calma. Vamos abordar os principais vilões elétricos.

bateria deve ser a 1ª coisa a ser verificada. Se o motor de partida não girar, ou girar de forma lenta, o problema pode estar ali. Mas é necessário verificar também se o alternadorestá funcionando.

A bateria deve informar uma tensão mínima de 12V e no momento da partida não deve cair abaixo dos 9V. Quando o motor estiver funcionando a tensão medida nos bornes (polos da bateria) deve ser maior, entre 13,5V e 14V, o que indica o bom funcionamento do alternador.

Bom, se a bateria e o alternador estiverem em ordem, verifique alarmes, travas e bloqueadores. Com um pouco menos de frequência, a bobina (peça que amplifica a tensão que chega nas velas) também entra na lista dos problemas.

Existem 2 sensores da injeção eletrônica que dão algum trabalho: o sensor de rotação e o sensor de oxigênio. Mas deixe para seu mecânico checar, pois em alguns casos eles “recalamam”, mas nem sempre eles são os responsáveis.

Chave do carro

chave do carro pode também ser o problema. Atualmente, elas possuem um chip, que é uma espécie de DNAanalisado toda vez que você insere no contato. Quando a chave cai no chão, esse chip pode se romper e o carro não pega. Experimente a chave reserva.

Você pode não acreditar, mas já vi muita gente chamar o seguro sem verificar se o câmbio automático estava no “P” ou no “N” para dar a partida. Se ele estiver em qualquer outra posição, a partida não acontece.

Um “caminhão de problemas” pode impedir a partida do seu carro, mas estes são os mais frequentes. Uma boa dica é dar uma geral no carro a cada 10.000 km, assim você para o carro quando você pode, e não quando ele quer.

Como fazer Lavagem a Seco?

Lavagem a Seco também é conhecida como Lavagem Ecológica, apesar de ser um dos assuntos mais falados, existe muitas duvidas a respeito desse método. Entre duvidas mais frequentes, estão:

Vale a pena fazer a lavagem a seco? Qual seria meu custo benefício? Como lavar carro a seco? Posso riscar o veículo com o processo de lavagem a seco? A lavagem a seco contribui com o meio ambiente?

“Já ouvi pessoas dizendo que limpam seus veículos por completo com apenas um copo de 200ml!”
E isso é muito perigoso, pois com pouca solução de produto de lavagem a seco, a possibilidade de causar riscos na pintura do carro é muito alta. O ideal a ser usado numa lavagem a seco é no mínimo 500ml ou até 2 litros de produto.

Com a experiência que possuo, eu recomendo uma solução de 1 Litro para uma boa lavagem a seco. Porém isso também poderá ser avaliado com as condições da sujeira.

De qualquer forma, o método de lavagem a seco é uma ótima ideia e não uma ação milagrosa. Usa-se pouca água, mas também não é uma lavagem totalmente a seco.

Qual a Diferença entre a Lavagem a Seco x Lavagem Tradicional?

A lavagem convencional com utilização da água pode gastar em aproximadamente 300 litros de água para carros pequenos e 600 litros de água para carros grandes, contudo, haveria mesmo uma fórmula para uma lavagem tanto quanto melhor e mais eficaz que as convencionais sem a utilização de uma gota de água se quer? Tire suas conclusões!

Para efetuar uma limpeza a seco de qualidade, utilizamos aproximadamente, no máximo, 1,2 litro de água. Essa quantidade é muito significativa para a limpeza de um veículo que era acostumado a receber litros e litros de água por minuto. Com essa quantidade de água, podemos deixar o veículo devidamente limpo, brilhando e protegido.

Para atender os consumidores que sofrem com a escassez de água em algumas regiões do país, e ensinar como lavar carro a seco, abaixo estou passando um método de ensino prático e eficiente.

Nota!
Tenha cuidado com a limpeza a seco, se feita incorretamente, o veículo pode sofrer micro-riscos e até aranhões profundos. Sempre faça movimentos leves, sem aplicar força, caso o veículo esteja tomado por barro ou areia, recomendo a lavagem tradicional.

Confira a lista de materiais necessários para efetuar uma boa lavagem a seco:
– Produto lubrificante destinado para a lavagem a seco (escolha o que for mais acessível para você);
– Panos microfibra limpos e secos (3 unidades para a limpeza de um veículo de porte médio), somente na limpeza da pintura;
– Pincel para detalhamento (utilize nas rodas e nos frisos);
– Outros produtos de limpeza específicos para outras áreas (rodas, vidros, etc).

Produtos recomendados para Lavagem a Seco:

Bio W - Lavagem a Seco 1:50 - Alcance

Bio W – Lavagem a Seco 1:50 – Alcance

Pulverizador de Compressão Prévia 1,25 Litros Guarany
Pulverizador de Compressão Prévia 1,25 Litros Guarany
Pincel para Detalhamento
Pano de Microfibra 40x40cm p/ Lavagem a Seco
Limpa Vidros Concentrado V12 Perol
Limpa Vidros Concentrado V12 Perol
Cadillac Desengraxante Limpa Rodas e Pneus (1 Litro)
Cadillac Desengraxante Limpa Rodas e Pneus (1 Litro)

+

Acessórios específicos p/ vidros e rodas
Estes são informados abaixo, no passo a passo dos mesmos

1. Produto – sempre confira a diluição indicada pelo fabricante do produto para ter total aproveitamento do mesmo, evitando assim o desperdício. Coloque-o em um borrifador de qualidade. Nós recomendamos o Pulverizador de Compressão da Guarany que é bom e tem ótimo preço, fora que oferece uma agilidade fantástica na lavagem a seco. Há alguns produtos de lavagem a seco que não possuem um bom acabamento e possuem componentes agressivos, com isso, ao final da lavagem, seus dedos e sua mão podem estar doloridos.

2. Panos – utilize panos de tamanho entre 40×40 cm até no máximo 40x60cm, panos com medidas maiores podem ser um empecilho na hora de serem utilizados e até lavados. Eu recomendo o tamanho 40x40cm, e o ideal é que os panos de microfibra possuam entre 250 a 350gr/m2.

3. Pincel – caso tenha interesse na utilização do pincel, que faz com que a lavagem se torne muito mais detalhada e de qualidade, utilize um pincel com cerdas macias, pois há alguns modelos com cerdas duras que riscam as peças envernizadas. Não esqueça também, utilize apenas pinceis com bordas de plástico e não metálicas. Caso você já tenha um pincel em casa com bordas metálicas e não quer comprar outro, sem problemas, isole toda a área metálica do pincel com bastante fita isolante ou crepe.
A utilização do pincel pode ser descartada, o uso é indicado apenas para aqueles que possuem disponibilidade de tempo e querem efetuar um trabalho detalhado. Eu recomendo seguramente a utilização, pois se torna um grande diferencial na limpeza.

 

Como escolher o produto correto de Lavagem a Seco?
Produto para Lavagem a SecoVocê pode optar por produtos com formulação simples ou que possuem cera ou selante sintético. Normalmente os produtos para lavagem a seco já possuem o efeito 2 em 1, fazendo com que sua aplicação limpe e encere o veículo ao mesmo tempo. Com isso, a pintura do veículo fica protegida, além da solução dar manutenção de brilho e proteção para a cera aplicada anteriormente no veículo.

Tempo de Proteção
A proteção de cera ou selante oferecida pelos produtos de lavagem a seco, com produtos de qualidade, variam de 5 a 10 dias.

Diluição
Não esqueça também de ver a diluição indicada pelo fabricante, isso é muito importante. No caso do Lavagem a Seco Bio W Alcance, você pode diluir em até 1:50 em sujeiras suaves, mas eu normalmente costumo usar 1:30 e limpa muito bem e gosto muito do brilho que fica na pintura!

Aprenda a como Lavar Carro a Seco em 8 Passos

1. Mantenha o veiculo devidamente na sombra e com as peças frias;
2. Faça a diluição, caso produto seja concentrado. No caso do Lavagem a Seco Bio W, vamos diluir ele em 1 parte de produto para 30 partes de água, 1:30.
3. Borrife o produto de Lavagem a Seco diretamente na área desejada, ideal em áreas 50x50cm. Use bastante produto, o suficiente para deixar a pintura bem molhada. O ideal é pulverizar o produto até que ele quase venha a escorrer na pintura;
4. Remova a sujeira com um pano microfibra sem utilizar força, só num sentido. Dê só uma passada somente por local, nunca fique esfregando a microfibra na superfície no sentido de vai-e-vem;
5. Utilize um segundo pano microfibra limpo e seco para dar o acabamento;
6. Na hora de continuar, passe um outro local do pano, onde ainda esteja limpo para continuar a lavagem a seco;
7. Caso necessário, refaça o processo no mesmo local.
8. Após o pano ficar sujo, leve o mesmo a um balde de água, esfregue ele bem e após continue o processo.

Em alguns casos, a sujeira é mais difícil de remover, você poderá pulverizar o Lavagem a Seco Bio W e deixar ele agindo por 30 segundos, e somente depois tentar efetuar a remoção. Também é possível utilizar um pincel de cerdas macias para auxiliar na limpeza.

OBS: Caso o veículo esteja totalmente cheio de barro, utilize um jato de água para remover todo o excesso de sujeira antes de efetuar a lavagem a seco.

Como fazer limpeza a seco dos vidros?

  1. Recomendamos o Limpa Vidros da Perol, e faça uma diluição 1:5 e coloque num pulverizador, utilize uma Microfibra Especial para Vidros para limpeza do mesmo;
  2. Faça a diluição do Limpa Vidros Perol em 1:5, coloque num pulverizador, e utilize uma Microfibra Especial para Vidros para limpeza do mesmo;
  3. Pulverize a solução de limpeza nos vidros;
  4. Passe a microfibra especial para vidros, vire o lado e dê o acabamento final.

Você pode efetuar esta limpeza na parte interna e externa do vidro. Recomendamos primeiro limpar os vidros internamente e após, externamente.

Como fazer limpeza a seco das rodas e caixa de rodas?

  •  Limpeza a seco de rodas e caixa de rodas é algo complicado, é o verdadeiro Tendão de Aquiles da lavagem a seco. Infelizmente não é possível efetuar uma limpeza a seco perfeita nas rodas e caixa de rodas, mas é possível efetuar uma limpeza satisfatória.
  • Primeiro, limpe a caixa de rodas;
  • Se estiver muito sujo, passe uma ⦁ Escova para Limpeza de Caixa de Rodas para efetuar a primeira limpeza, retirando a sujeira grossa sem aplicar nenhum produto, a seco mesmo;
  • Utilize o Limpa Rodas e Pneus da Cadillac puro, ou no máximo, dilua ele 1:1. Caso irá lavar semanalmente, poderá diluir o Limpa Rodas da Cadillac até 1:10;
  • Pulverize bastante produto (bastante produto mesmo) na caixa de rodas primeiramente, deixe agir por 10 segundos e limpe com uma microfibra (use a microfibra mais suja que tiver ou a microfibra escura especial para limpeza de pneus). Caso necessário, repita o processo e use mais microfibras;
  • Após ter a caixa de rodas limpa, vamos para os pneus;
  • Pulverize o produto nos pneus, deixe agir por uns 10 segundos e escove o pneu com a Escova Especial para Pneus. Logo em seguida, remova o resíduo com pano de microfibra. Recomendamos microfibra escura especial para limpeza de pneus ou alguma microfibra velha que você possua. Caso necessário, repita este processo de limpeza dos pneus;
  • Com os pneus já limpos, agora pulverize o Limpa Rodas e Pneus Cadillac na parte frontal da roda, utilizando o pincel para espalhar o produto em todos os cantos e ajudar na limpeza;
  • Logo em seguida, utilize uma microfibra para efetuar a limpeza.

Limpeza das rodas e caixa de rodas é algo simples e detalhado, mas suja muita microfibra no processo de limpeza a seco, por isto, ideal é sempre utilizar suas microfibras velhas para este processo.

Gasta muita água pra limpar as microfibras?

A lavagem a seco gasta pouquíssima água, mas de nada adiantara se gastar muita água na limpeza da microfibra.

Se formos avaliar a fundo, numa limpeza de pintura, irá usar de 3 a 5 microfibras, para limpeza de caixa de rodas, mais umas 3, frente da roda e pneu mais umas 3. Total de microfibras sujas = 11. Para lavá-las, terá que fazer 2 maquinadas, uma com as microfibras da pintura, e outra com as microfibras da caixa de rodas e rodas, pois estas estarão muito mais sujas.

Você ira gastar menos agua do que lavar um carro da forma tradicional. Há máquinas que gastam em torno de 30 litros de água por lavagem, fazendo a recuperação da água. Se você for profissional, o consumo de água será o mesmo e poderá encher a máquina com microfibras, ficando um custo muito mais baixo.

Quando você possui poucas microfibras para lavar, o ideal é colocar de molho em 2 baldes, 1 para as mais limpas e outro p/ as mais sujas, juntamente o Microlav, um produto para limpeza de microfibras. Deixe de molho por 1-2 horas.

Retire do balde e faça a lavagem manual, coloque água limpa em um balde e mergulhe a microfibra para remover os resíduos restantes do Microlav, aperte bem as microfibras p/ tirar o máximo de água possível.

IMPORTANTE: Não torça as microfibras!!!

Após sacuda bem microfibras, fazendo com que as fibras abram, estenda na sombra e aguarde sua secagem.

Em breve vou ensinar tudo sobre microfibras, um post especializado nos mínimos detalhes, desde os tipos, lavagem e seus cuidados.

Quais são as vantagens da Lavagem a Seco?

– Limpa e protege seu veículo ao mesmo tempo; Custo x Benefício - Lavagem a Seco
– Ótima opção de negócio;
– Evita o desperdício de água;
– Não necessita de um local extra para a limpeza do veículo;
– Produtos de limpeza a seco normalmente não são agressivos a pintura, plásticos, borrachas… do seu veículo;
– Ótimo custo-benefício.

Quais as desvantagens da Lavagem a Seco?

– Se utilizada incorretamente, pode danificar, riscar a pintura do veículo;
– Não recomendada para veículos que estejam cheios de terra ou barro.

Comparativo | Lavagem Tradicional X Lavagem a Seco

Lavagem a seco e o meio ambiente

Estudos e relatórios mostram a crescente deterioração ambiental do planeta, sendo que a escassez de água surge como um dos grandes e importantes problemas que teremos que enfrentar. O reuso da água mostra-se de grande importância visto que além de possibilitar maior disponibilidade de água para o tratamento e distribuição também garante uma melhor qualidade da água dos nossos mananciais.

A lavagem de veículos mostra-se uma grande fonte consumidora de água potável, o que demonstra a grande importância que tem o reaproveitamento da água usada em lavagens, visto que não se faz necessário o uso de água potável para tal função.

Pode-se também concluir que o sistema de lavagem a seco se mostra muito mais sustentável que a lavagem convencional, e que apesar de ser um mercado novo, está em alta pelo fato de a população começar a se conscientizar sobre os danos ao meio ambiente.” (Hauschild Henrique; Roger, 2014, Gestão e tratamento de água.)

Espero que tenham gostado e tenha aprendido como fazer a lavagem a seco.

Fonte: http://blog.miromi.com.br

10 dicas para cuidar do motor do automóvel

Para retirar o máximo rendimento de um carro é necessário zelar pelo bem-estar do motor automóvel.

Conheça as 10 formas básicas de cuidar do motor do automóvel e saiba que ao colocá-las em prática está a garantir o melhor desempenho do veículo na estrada e a aumentar a sua vida útil.

1. Verifique o óleo do motor.

Para verificar o óleo do motor tem de abrir o capô do seu automóvel e puxar a vareta do óleo que se encontra junto ao motor. Deve fazê-lo quando o automóvel está frio para ver qual é o nível real do óleo.

2. Mude o óleo com regularidade.

Ao mudar o óleo do seu carro com regularidade está a fazer com que o seu automóvel se mantenha cada vez mais “saudável” e que o seu motor tenha uma vida útil maior.

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3. Não sobrecarregue o cárter do motor.

Ao encher em demasia o cárter do óleo isso pode conduzir ao sobreaquecimento do motor e daí podem resultar acidentes de viação.

4. Limpe a tampa do óleo.

Quando o condutor efetua a mudança de óleo do seu automóvel, é aconselhável que limpe sempre a respetiva tampa, uma vez que algumas tampas são magnetizadas e levam consigo partículas de metal.

5. Não se esqueça de substituir os filtros.

Existem diversos filtros muito importantes na constituição de um automóvel, como o filtro do ar, do óleo, do combustível, entre outros. Todos eles têm como missão a proteção do motor e devem ser substituídos de acordo com as datas do manual do fabricante.

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6. Verifique o estado da válvula de ventilação.

A válvula de ventilação é um dispositivo de controlo de emissões em veículos mais velhos e o condutor deve certificar-se que o seu automóvel tem uma. A sua utilização impede danos no motor do carro.

7. Assegure o bom funcionamento da transmissão do automóvel.

A transmissão do automóvel é uma das componentes mais importantes de um carro e, como tal, deve estar atento à sua manutenção. O condutor deve alterar o fluido da transmissão automática e deve alterar o seu filtro nos primeiros 8.000 quilômetros e depois a cada 50.000 quilômetros.

8.Considere a adição de óleos refrigeradores.

Os óleos refrigeradores têm um baixo custo e são de extrema importância para o bom funcionamento do radiador e para o aumento da vida útil do motor e da transmissão.

9. Tenha em atenção o estado das velas da ignição.

Com o advento da ignição eletrônica e os computadores de bordo, a parte elétrica do automóvel ficou sobrecarregada e, como tal, é necessário mudar regularmente as velas de um veículo. Em média, é necessário trocar as velas de um automóvel a cada 50.000 quilômetros.

Alinhamento e balanceamento: com qual frequência devo fazer?

10. Limpe o motor do automóvel.

Existem várias razões para lavar o motor e deve fazê-lo de ano em ano ou a cada dois anos. Um motor limpo vai trabalhar melhor e vai permitir que o condutor detete atempadamente uma fuga ou vazamento.

 

A dica foi útil para você? Seja social, compartilhe com seus amigos! 🙂

Alinhamento e balanceamento: com qual frequência devo fazer?

 

Ligados ao funcionamento das rodas e dos pneus, alinhamento e balanceamento são serviços de manutenção preventiva indispensáveis para a segurança e o bem-estar do motorista e dos demais ocupantes de um veículo. E embora a quilometragem rodada possa sim indicar a hora certa de levar o carro à oficina para a realização desses serviços, diversas situações do dia a dia podem acabar apressando a ida ao mecânico.

Passou recentemente por um buraco ou bateu a roda no meio-fio ao estacionar? Talvez seu carro esteja precisando visitar a oficina. Antes, porém, que tal conhecer o que são os serviços de alinhamento e balanceamento e entender com que frequência você deve fazer esse tipo de manutenção no seu automóvel? Acompanhe nosso post e aprenda!

 

NO QUE CONSISTE O ALINHAMENTO DAS RODAS?

Quem dirige um veículo normalmente nem imagina os componentes e sistemas que precisam funcionar para que as rodas se movimentem da maneira certa, sem causar prejuízos para a segurança dos passageiros, não é mesmo? O melhor é que, como você vai ver, nem é tão complicado assim. Na configuração de fábrica, o carro é desenvolvido para manter as rodas alinhadas, em paralelo, quando estão em uma pista reta. Contudo, com o próprio tempo de uso, passando em buracos, lombadas e ruas de calçamento, por exemplo, as rodas vão se desalinhando.

 

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Um dos sintomas desse problema é quando o motorista sente o volante puxar para um dos lados ao dirigir. Além do mais, outro indício de que há um desgaste não homogêneo dos pneus é quando uma das extremidades fica mais gasta que a outra. Quando essas situações ocorrem, é sim preciso levar o carro à oficina.

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Como o próprio nome já indica, o serviço de alinhamento serve para deixar as rodas em linha reta. Hoje em dia, o trabalho é feito com equipamentos precisos, como softwares de medição 3D, que mostram exatamente se há convergência (rodas apontando para dentro) ou divergência (rodas apontando para fora).

 

O objetivo de se fazer o alinhamento é que não haja desvio lateral das rodas em pista reta. Logo, o ângulo de inclinação deve marcar zero grau na situação ideal. Vale lembrar que o serviço precisa ser feito nas 4 rodas do carro. E não se esqueça também que, caso alguma das rodas esteja empenada (torta), precisa ser previamente consertada para que o alinhamento seja feito corretamente.

 

O QUE É O BALANCEAMENTO DO CONJUNTO RODA + PNEU?

O balanceamento diz respeito ao equilíbrio do conjunto roda + pneu. Na oficina, uma máquina mede a massa desse conjunto em movimento. O ideal é que o peso se distribua de maneira uniforme em toda a roda. Quando isso não ocorre, são colocados pequenos contrapesos de chumbo em determinada parte da roda, a fim de equilibrar todo o conjunto.

Um dos sintomas de que o carro está desbalanceado é quando surgem trepidações no volante, principalmente em velocidades acima de 50 quilômetros por hora. Como o atrito entre as rodas e o asfalto (ou qualquer outro tipo de piso) não é uniforme, o desgaste dos pneus é irregular e há risco de perda da estabilidade. Ao colocar pneus novos, também é interessante fazer o balanceamento para que o conjunto se equilibre e, assim, a vida útil dos compostos de borracha seja estendida.

 

COM QUE FREQUÊNCIA FAZER ALINHAMENTO E BALANCEAMENTO?

No manual do proprietário do seu veículo devem constar as recomendações do fabricante quanto ao prazo ou à quilometragem para providenciar os serviços de alinhamento e balanceamento. Ainda assim, tenha em mente que esses reparos podem ser antecipados devido ao uso do veículo.

Geralmente, a quilometragem indicada varia entre 5 e 10 mil quilômetros. Contudo, uma avaria causada por uma batida mais forte em um buraco pode antecipar a ida ao mecânico. Além disso, se o motorista observar os sintomas que já citamos anteriormente ou se notar desgaste irregular na banda de rodagem (parte do pneu que toca o solo), é recomendável levar o veículo a uma oficina para uma inspeção e, se necessário, o devido conserto.

 

HÁ OUTROS CUIDADOS A TOMAR COM AS RODAS E OS PNEUS?

Por estar em permanente contato com o solo, o conjunto roda + pneu inevitavelmente sofre diversos impactos. Por isso, além dos serviços de alinhamento e balanceamento, há sim outros cuidados que devem ser tomados, como a realização da cambagem e a calibração correta dos pneus.

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CAMBAGEM

Se o alinhamento trata da inclinação lateral do conjunto, a cambagem diz respeito à oscilação vertical. Nesse caso, quando há um desvio, a banda de rodagem não fica plana no chão, mas inclinada. Logo, uma das bordas do pneu se desgasta mais que a outra. Caso as partes superiores das rodas estejam mais próximas, o ângulo da inclinação é negativo. Já se as partes inferiores é que estão mais perto, o ângulo é positivo.

 

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Para entender melhor, imagine que você está na frente do carro, olhando para o capô e os faróis. Se os ângulos estiverem corretos, os pneus devem formar um ângulo de 90 graus com o piso, ficando totalmente na vertical. Entretanto, se há desvio, o conjunto de roda + pneu ficará inclinado, seja para dentro ou para fora. Em alguns casos, o desvio só será notado fazendo o teste em uma máquina especializada para cambagem. Já em outros, como nos carros antigos, pode ser perceptível a olho nu.

 

CALIBRAGEM

Outro cuidado que o motorista deve ter para aumentar a vida útil dos pneus é a calibragem, que deve ser feita ao menos a cada 15 dias. Lembre-se de colocar a pressão recomendada pelo fabricante, que pode mudar conforme o peso transportado. Essa informação geralmente está no manual do proprietário ou em alguma parte do veículo, como nas colunas das portas ou na tampa do tanque de combustível. Lembrando que a calibragem deve ser feita quando os pneus ainda estiverem frios.

 

RODÍZIO

Além da cambagem e da calibragem, mais um serviço de manutenção preventiva do conjunto roda + pneu é o rodízio, buscando um desgaste uniforme dos compostos de borracha. No rodízio, geralmente troca-se os pneus da frente pelos de trás e vice-versa. Também é possível fazer a troca em formato de X. Só siga as instruções do fabricante antes de fazer o procedimento.

Como você pôde perceber, são vários os cuidados que não só podem como devem ser realizados em relação às rodas e aos pneus, além dos serviços de alinhamento e balanceamento. Todos esses serviços contribuem para a segurança do motorista e dos ocupantes. Então nada de negligência nesse sentido, combinado?

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